É um prazer legítimo, pelo menos parece legítimo, conseguir acomodar em minha vida as ansiedades em um lugar, os desejos também em um lugar, as sombras, as luzes, sem me preocupar exatamente se esses lugares são os mesmos… Afinal, o que importa é que há lugar.
E as certezas, essas podem mudar. Assim como as verdades que a gente inventa.
Não há mais tanta necessidade de entender pessoas. É da natureza das pessoas serem incompreensíveis. Há necessidade de amá-las, isso sim.
E o amor é mais ou menos o que a gente pensa que é. Nunca simplesmente é, entende?
Nem eu. E isso valida minha condição legítima, pelo menos parece legítima, de ser humana.
guida.ribeiro
26 dezembro, 2011 no 10:13 AM
Parafraseando São Francisco de Assis: compreender o que é incompreensível. Amar sem a necessidade de ser amado…
26 dezembro, 2011 no 11:48 AM
Pois é, amem. Amém. :-)
26 dezembro, 2011 no 1:30 PM
Lindo, amiga…
É verdade…há a necessidade de amar…sempre!
beijos
27 dezembro, 2011 no 5:57 PM
Mesmo quando amamos aquelas pessoas que um dia descobrimos que não valeram a pena… Pelo menos, fizemos nossa parte!… Como você mencionou, mesmo não entendendo. Beijos.